Mês passado...
E, às vezes, meia hora depois de um tanto falar eloquentemente e racionalmente, eu me pego chorando de modo compulsivo, porque não sei de verdade o que falei. E não sei realmente porque chorei.
E me questiono sobre esse tanto questionar, esse pensar indefinidamente, esse tanto querer racionalizar, verbalizar... nessa tentativa inútil de controlar os sentimentos.
Eu, que ainda há pouco também recordei sobre o quanto o falar pode não-significar...
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